Sentada no chão do quarto, envolta em notas dedilhadas que ondulam no ar, leio livros dos segredos de tempos desaparecidos.
Aqueles livros encetados em data incerta, onde falo de amores sem nome escrito, tão intensos e celestiais que ainda hoje tremo quando entro na estória, avivam-me saudades da magia que tive o previlégio de viver.
Hoje, tudo é tão banal e terreno que frequentemente não me reconheço.
Onde foi que deixei ficar a minha magia?!
26.1.12
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